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Orquidário de Santos completa 70 anos

Há 70 anos no bairro José Menino, em Santos, litoral de São Paulo, foi inaugurado o Orquidário, um parque zoobotânico com 24 mil m², cercado de espécies da Mata Atlântica.

Orquidário de Santos

Orquidário de Santos

O local, abriu as portas em 11 de novembro de 1945 para expor as orquídeas de Júlio Conceição, o primeiro orquidófilo do Brasil. O parque recebeu muitas espécies de árvores com o objetivo de servir de suporte para as flores.

Diversas espécies de vários lugares do mundo foram sendo introduzidas, formando uma mata natural.

Orquidário de Santos

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Orquidário de Santos

Orquidário de Santos

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Cerca de quatro mil orquídeas de 100 espécies diferentes são encontradas por lá. O orquidário abriga também mais de 1.500 árvores e arbustos, formando uma verdadeira mata tropical urbana, com exemplares de diversos países do mundo. São árvores frutíferas e medicinais, além de nativas como o pau-brasil, embaúba, ipê-roxo e pau-ferro, totalizando cerca de 150 espécies.

Além das plantas e flores você ainda vai encontrar animais de nossa fauna. Vale a pena o passeio.

Orquidário de Santos

Orquidário de Santos

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Em comemoração ao aniversário do parque, no próximo dia 15 a partir das 11h acontecerão shows, teatro, atividades educacionais, além de bolo, pipoca e algodão doce para a garotada. Até o fim do mês de novembro, quem passar por lá poderá apreciar exposições fotográficas.

Serviço : 

Orquidário de Santos – Pça Washington, s/nº – José Menino

Funciona de terça-feira à domingo das 9h às 17h

Telefone (13) 3205-2210

Notícia relacionada: https://floresdelulu.wordpress.com/2012/06/09/orquidario-de-santos-reabre-as-portas-apos-reformas/

Feriado e exposição de orquídeas. Ótima opção!!!

Quem adora flores e vai passar o feriado de 12 de outubro em Santos, litoral de São Paulo, pode visitar a Feira de Orquídeas do Orquidário de Santos. A exposição acontece nos dias 10, 11 e 12 de outubro, apresentando espécies nacionais e estrangeiras.

Para os adoradores de orquídeas, a feira vai trazer variedades raras como a zygopetalum,

Foto (Divulgação)

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originária da Mata Atlântica, além de flores com aroma de coco, mel e chocolate. As plantas com haste longa, muito usadas em decoração, também estarão na exposição.

As micro orquídeas, com medidas abaixo de dois centímetros, poderão ser admiradas pelo público com a ajuda de uma lupa. Interessante, não?

Fotos (Arquivo pessoal)

Fotos (Arquivo pessoal)

Os visitantes ainda podem adquirir todo o material necessário para o cultivo, como adubo químico e orgânico, caixeta e substrato adequado para a manutenção das plantas.

A feira vai contar  com o serviço SOS Orquídea, onde o visitante receberá informações sobre o plantio, quantidade de água, exposição ao sol, prevenção, controle de pragas e manutenção geral.

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SERVIÇO:

Sábado, Domingo e segunda-feira, das 9h às 18h.

Pavilhão de Exposição do Orquidário (Praça Washington s/nº – José Menino)

Entrada franca para aquisição das orquídeas.

Ornamentais e lindas – Cica, o dinossauro das plantas

Retomando as atividades do Flores de Lulu, nesta semana vamos dar dicas de como cultivar a Cica (Cycas revoluta). A planta, uma das mais antigas do mundo, existe há 300 milhões de anos, cresce lentamente e não exige muita manutenção.

Para a planta se desenvolver, o local deve haver muita luz, mas ao mesmo tempo estar abrigada e com sombra parcial. O maior cuidado é proteger a planta de fortes ventos e da chuva. No inverno deve estar na luminosidade e longe de geadas, nas regiões mais frias propensas ao fenômeno.

A planta, de clima tropical, que lembra uma palmeira, se multiplica por mudas que brotam do tronco ou por sementes.

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Cycas revoluta (Fotos: Google)

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Saiba como deixar suas plantas muito bem hidratadas enquanto você curte o feriado de carnaval sem preocupações

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Carnaval chegou e as malas já estão prontas. São quatro dias fora de casa.

E as plantas? O que fazer com elas?

Não se desespere. Vou explicar aqui algumas maneiras de mantê-las lindas, mesmo quando você não está perto para cuidar delas.

A primeira providência é jamais encharcar a terra. A planta só absorve o que realmente necessita. O restante da água irá para o fundo do vaso e pode, inclusive, transbordar para o pratinho. Além de apodrecer as raízes e até matar a planta, você ainda corre o risco de criar um ‘hotel’ para mosquitos da dengue.

Uma alternativa é deixar as plantas em locais com umidade natural. Varandas são sempre boas opções. Gotejadores também são úteis quando você está ausente e são facilmente encontrados em lojas especializadas. Com formatos semelhantes aos frascos de soro, costumam custar bem baratinho. Existe ainda um suplemento de irrigação em forma de gel que é colocado na base da planta para liberar umidade.

Se você não quer (ou não pode) usar nenhuma das opções acima, há uma solução bem mais simples (veja abaixo e também na galeria um guia passo a passo).

1- Escolha uma garrafa pet com plástico duro e de tamanho adequado para a sua planta.

2- Retire a tampa a faça um furo mediano. Cuidado com o tamanho, porque a água deve ter escoamento controlado.

3- Coloque água na garrafa em quantidade suficiente para durar os dias de sua ausência, mas não encha totalmente.

4- Faça um buraco na terra para você poder encaixar a garrafa.

5- Coloque a garrafa na terra e verifique se está bem encaixada e firme.

6- Faça um pequeno furo na base da garrafa para eliminar a pressão.

Escolha o vaso ideal para deixar sua planta mais bonita

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A primeira coisa que pensamos quando queremos plantar algo é: qual o vaso certo?

Especialista no assunto, Jorge Antônio da Fonseca, jornalista que atua no setor há 38 anos, dá algumas dicas importantes na hora de comprar o vaso ideal para sua planta.

Vasos de fibra de Coco – Usado para samambaias, renda portuguesa e orquídeas, além de plantas de clima tropical e que requerem mais umidade. Este tipo de vaso é o substituto do xaxim (espécie está ameaçada de extinção e sua extração foi proibida em todo o Brasil). O ideal antes do uso é deixa-lo dentro d’água por cerca de 15 dias. A fibra de coco contém potássio, cálcio, magnésio, ferro e fósforo. A adubação para este tipo de vaso deve ser a torta de mamona ou outro tipo de adubo, como o esterco. O ideal é mantê-lo sempre úmido.

Vasos plásticos – São mais práticos e não precisam de limpeza periódica. Para as pessoas que adoram plantas, mas têm muito tempo para cuidar delas, é o mais indicado. Este tipo de vaso pode receber a maioria das espécies, exceto aquelas em que as raízes se desenvolvem mais rapidamente. Ideal para plantas de pequeno porte, sem necessidade de transferências para vasos maiores.

Vasos de barro ou cimento – Esteticamente mais bonitos, eles mantêm a umidade da planta, fazendo com que elas transpirem mais facilmente. Existe uma grande variedade nos formatos. Eles podem ser utilizados para qualquer espécie de planta. O ideal é manter sempre limpo, porque a umidade por ajudar no crescimento de musgos. Alguns modelos têm furos, ideais para o cultivo de orquídeas.

Plantio de Ficus requer avaliação de local e clima

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Usado na decoração de ambientes internos e também por paisagistas, o Ficus é uma árvore muito popular que pode chegar, em condições naturais, a 30 metros de altura. Os nomes mais conhecidos são: Fico, Fico-chorão, Figueira e Figueira-benjamim, mas existem muitas espécias, com características próprias.

Infelizmente, vem sendo plantado em locais impróprios. Se colocado em calçadas, ruas e próximo a muros e construções, seu desenvolvimento rápido provoca danos às estruturas e tubulações subterrâneas. O plantio é, inclusive, proibido em algumas cidades.

Por isso, é importante verificar o plano de arborização do município e deve-se dar toda atenção à poda. Sua seiva leitosa é tóxica e pode provocar irritações e alergias na pele.

Vale lembrar que o arbusto plantando em ambientes fechados não se adapta a mudanças frequentes de local, principalmente por causa das correntes de ar frio e do encharcamento. As folhas podem amarelar e cair.

Veja algumas espécies de Ficus:

Ficus benjamina – Da Família Moraceae, é nativa de Índia, Filipinas, Austrália e Nova Guiné. Com crescimento rápido, chega rapidamente a 20 metros de altura. Sua copa e densa e a folhagem verde brilhante tem o formato oval, tolerante a podas. De clima tropical, deve ser cultivada em solo rico de matérias orgânicas e drenagem, além de resistir ao sol pleno.

Ficus variegata – Tem a mesma formação do benjamina, mas possui folhas verdes e brancas, e o cultivo pode ser feito a sol pleno.

Ficus lyrata – Figueira-lira, fícus-lira, da família Moraceae, nativa da África, atinge de 10 a 12 metros de altura, com crescimento rápido. Na juventude, tem copa densa e piramidal, na maturidade, assume forma arredondada e densa. O arbusto é apreciado por sua robustez, que cria muita sombra.

Ficus leprieurii ou triangularis – Árvore nativa da África Tropical, atinge de 5 a 8 metros de altura, tem copa densa e folhas triangulares verdes, também na versão variegata, com folhagem nas cores verdes e creme. Pode ser cultivada a sol pleno.

Dicas para combater pragas e deixar suas plantas saudáveis

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Folhas verdes e vibrantes, caules e trocos fortes, gramado farto. Quem não gosta de admirá-los? Pois é, muitas vezes, pragas e fungos aparecem e tiram a beleza das plantas, mas podemos evitar e controlar esses inconvenientes com procedimentos específicos.

As pestes ‘adoram’ a monocultura, portanto, é ideal que haja variedade de vegetais nos canteiros e vasos. Misturar flores com folhagens é sempre bom. Manter as plantas sempre adubadas, úmidas, galhos e folhas velhas aparadas são essenciais para a proteção. É importante que o local não esteja superpovoado de espécies, pois elas competem por água e nutrientes.

Veja abaixo algumas pragas e maneiras de combatê-las:

Conchonilhas – São pequenos insetos que vivem em colônias. Costumam atacar as plantas no caule e na parte inferior das folhas, sugando a glicose, que fica com aspecto melado. Existem vários tipos: as verdes são confundidas com formigas, as brancas costumam atacar entre os meses de novembro e março, pardas atacam no período de estiagem e têm o corpo duro e liso, e as de escama-farinha são semelhantes a um pó branco.

Brocas – Esta praga aparece nos troncos e em grãos, originado de um minúsculo besouro preto. As larvas da fecundação dos ovos depositados nos orifícios da planta se alimentam da polpa do vegetal. A limpeza do terreno é uma das maneiras de combater a praga, além da injeção de produtos biológicos que devem ser aplicados sempre com a orientação de um técnico.

Lagartas – Esse tipo de inseto possui vários tamanhos e cores. Sua presença é, geralmente, é identificada se olharmos para o chão e visualizarmos excrementos de coloração preta. Devemos prestar atenção no contorno das folhas, geralmente são devoradas pelas lagartas.

Para combater essas três espécies de pragas podemos aplicar um inseticida à base de fumo de rolo (veja a receita na foto nº 14 da galeria abaixo).

Formigas – Insetos que vivem em colônia, cortam e transportam as folhas e pétalas das plantas durante a noite. Seu extermínio é de difícil execução. O combate deve ser feito com inseticidas biológicos. Para afastá-las, é recomendado o plantio de gergelim.

Sem química – Algumas plantas liberam no solo, e também no ar, substâncias que ajudam na prevenção e no aparecimento de pragas. Algumas são herbáceas, como cravo-de-defunto, tagetes patula, urtiga, urtiga dioica, alfazema, lavandula angustifólia, sálvia, salvia officinalis e capuchinha Ocimum.

Fungos – O excesso de regas deixa a terra úmida demais e favorece o aparecimento de fungos. É necessário ter cuidado com a periodicidade em que se molha as plantas.

Fontes:
– Tira-Dúvidas do Jardim, Editora Europa
– O caminho das flores, Editora Das Duas