Arquivo | janeiro 2013

Plantio de Ficus requer avaliação de local e clima

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Usado na decoração de ambientes internos e também por paisagistas, o Ficus é uma árvore muito popular que pode chegar, em condições naturais, a 30 metros de altura. Os nomes mais conhecidos são: Fico, Fico-chorão, Figueira e Figueira-benjamim, mas existem muitas espécias, com características próprias.

Infelizmente, vem sendo plantado em locais impróprios. Se colocado em calçadas, ruas e próximo a muros e construções, seu desenvolvimento rápido provoca danos às estruturas e tubulações subterrâneas. O plantio é, inclusive, proibido em algumas cidades.

Por isso, é importante verificar o plano de arborização do município e deve-se dar toda atenção à poda. Sua seiva leitosa é tóxica e pode provocar irritações e alergias na pele.

Vale lembrar que o arbusto plantando em ambientes fechados não se adapta a mudanças frequentes de local, principalmente por causa das correntes de ar frio e do encharcamento. As folhas podem amarelar e cair.

Veja algumas espécies de Ficus:

Ficus benjamina – Da Família Moraceae, é nativa de Índia, Filipinas, Austrália e Nova Guiné. Com crescimento rápido, chega rapidamente a 20 metros de altura. Sua copa e densa e a folhagem verde brilhante tem o formato oval, tolerante a podas. De clima tropical, deve ser cultivada em solo rico de matérias orgânicas e drenagem, além de resistir ao sol pleno.

Ficus variegata – Tem a mesma formação do benjamina, mas possui folhas verdes e brancas, e o cultivo pode ser feito a sol pleno.

Ficus lyrata – Figueira-lira, fícus-lira, da família Moraceae, nativa da África, atinge de 10 a 12 metros de altura, com crescimento rápido. Na juventude, tem copa densa e piramidal, na maturidade, assume forma arredondada e densa. O arbusto é apreciado por sua robustez, que cria muita sombra.

Ficus leprieurii ou triangularis – Árvore nativa da África Tropical, atinge de 5 a 8 metros de altura, tem copa densa e folhas triangulares verdes, também na versão variegata, com folhagem nas cores verdes e creme. Pode ser cultivada a sol pleno.

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Dicas para combater pragas e deixar suas plantas saudáveis

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Folhas verdes e vibrantes, caules e trocos fortes, gramado farto. Quem não gosta de admirá-los? Pois é, muitas vezes, pragas e fungos aparecem e tiram a beleza das plantas, mas podemos evitar e controlar esses inconvenientes com procedimentos específicos.

As pestes ‘adoram’ a monocultura, portanto, é ideal que haja variedade de vegetais nos canteiros e vasos. Misturar flores com folhagens é sempre bom. Manter as plantas sempre adubadas, úmidas, galhos e folhas velhas aparadas são essenciais para a proteção. É importante que o local não esteja superpovoado de espécies, pois elas competem por água e nutrientes.

Veja abaixo algumas pragas e maneiras de combatê-las:

Conchonilhas – São pequenos insetos que vivem em colônias. Costumam atacar as plantas no caule e na parte inferior das folhas, sugando a glicose, que fica com aspecto melado. Existem vários tipos: as verdes são confundidas com formigas, as brancas costumam atacar entre os meses de novembro e março, pardas atacam no período de estiagem e têm o corpo duro e liso, e as de escama-farinha são semelhantes a um pó branco.

Brocas – Esta praga aparece nos troncos e em grãos, originado de um minúsculo besouro preto. As larvas da fecundação dos ovos depositados nos orifícios da planta se alimentam da polpa do vegetal. A limpeza do terreno é uma das maneiras de combater a praga, além da injeção de produtos biológicos que devem ser aplicados sempre com a orientação de um técnico.

Lagartas – Esse tipo de inseto possui vários tamanhos e cores. Sua presença é, geralmente, é identificada se olharmos para o chão e visualizarmos excrementos de coloração preta. Devemos prestar atenção no contorno das folhas, geralmente são devoradas pelas lagartas.

Para combater essas três espécies de pragas podemos aplicar um inseticida à base de fumo de rolo (veja a receita na foto nº 14 da galeria abaixo).

Formigas – Insetos que vivem em colônia, cortam e transportam as folhas e pétalas das plantas durante a noite. Seu extermínio é de difícil execução. O combate deve ser feito com inseticidas biológicos. Para afastá-las, é recomendado o plantio de gergelim.

Sem química – Algumas plantas liberam no solo, e também no ar, substâncias que ajudam na prevenção e no aparecimento de pragas. Algumas são herbáceas, como cravo-de-defunto, tagetes patula, urtiga, urtiga dioica, alfazema, lavandula angustifólia, sálvia, salvia officinalis e capuchinha Ocimum.

Fungos – O excesso de regas deixa a terra úmida demais e favorece o aparecimento de fungos. É necessário ter cuidado com a periodicidade em que se molha as plantas.

Fontes:
– Tira-Dúvidas do Jardim, Editora Europa
– O caminho das flores, Editora Das Duas

Parque Buenos Aires: saúde e lazer em Higienópolis

Em meio aos prédios altos, trânsito intenso e o comércio ativo do bairro de Higienópolis, na zona oeste de São Paulo, está o Parque Buenos Aires.

Lugar revigorante e perfeito para contemplar o que a natureza nos oferece. São mais de 70 espécies de árvores, plantas e flores.

Espaço agradável, onde crianças brincam, cachorros correm livres de suas coleiras, cidadãos da melhor idade caminham e outros, mais jovens, praticam esportes.

E, vez ou outra, apresentações culturais também fazem parte da paisagem.

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Um passeio pelo Jardim Botânico do Rio de Janeiro

Rio de Janeiro, calor de ‘rachar’, a temperatura beirava os 40ºC. Roteiro: o Jardim Botânico.

Chegando lá, a primeira surpresa foi o tamanho do lugar, suas várias alamedas e as árvores gigantescas, fazendo muita sombra e que deixam o local bem mais fresco do que o resto da cidade.

Passear pelo Jardim Botânico do Rio de Janeiro é uma experiência necessária para quem precisa relaxar e deseja contemplar as belezas que a natureza da cidade maravilhosa oferece.

A alameda principal, com suas famosas palmeiras imperiais, é um dos locais onde os visitantes sempre posam para uma foto de recordação. O Cactário é fascinante e muito bem cuidado, digno de um registro. O Jardim Sensorial é outra atração que vale ser visitada, com diversos aromas de plantas e flores. E o canteiro tem algumas espécies com propriedades medicinais.

Encontrei uma espécie que conheci quando criança. A dormideira ou dorme-dorme (veja o vídeo abaixo), que tem este nome devido à forma como os folíolos das folhas se juntam quando ela é tocada ou exposta ao calor (sismonastia).

Alguns espaços que estão em manutenção, como o Memorial Mestre Valentim. Há também uma lanchonete, parque para as crianças e uma loja de souvenirs, onde são vendidos ótimos livros e outras publicações sobre botânica, jardinagem, etc.

O Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro pode ser visitado todos os dias das 8h às 17h e o ingresso custa R$ 6,00. Para menores de 7 anos e maiores de 60 anos, a entrada é de graça.

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