Arquivo | julho 2012

Ensine as crianças a fazer um jardim no caixote e crie nelas o amor pela natureza

Que tal aproveitar o último fim de semana das férias escolares para ensinar as crianças a fazer um lindo jardim dentro de um caixote?

Além de mostrar aos pequenos a importância da natureza, essa ‘brincadeira’ também pode gerar neles o gosto por plantas e flores.

É muito fácil e a criançada, tenho certeza, vai adorar a idéia.

Encontre um caixote ou caixa. Dê preferência à madeira porque você vai regar o jardim e o papelão não aguentaria. Além disso, o aspecto rústico da caixa de madeira vai deixar o resultado mais bonito.

Separe pedras (pode ser cascalho de construção ou pedaços de cerâmica), saco plástico e terra adubada (facilmente encontrada em lojas especializadas e supermercados). Escolha mudas da planta ou flor que quiser, independente de espécie.

Primeiro, forramos a caixa com o saco plástico, que precisa ser furado. Em seguida, depositamos as pedrinhas e cobrimos com uma parte de terra.

A próxima etapa é fazer furinhos na terra. As crianças podem ajudar com os dedinhos. Coloque as mudinhas nos buraquinhos, apertando bem para que fiquem firmes, e complete com o restante da terra. Regue, mas tome cuidado para não encharcar a terra.

Enfeite com pedrinhas e outros materiais decorativos. O caixote pode ser colocado no parapeito da janela ou na varanda.

Mão na terra – A psicóloga Marilda Lipp, diretora do Centro Psicológico de Controle do Estresse (Campinas/SP), explica que “colocar a mão na terra, na planta, na flor, manter o contato direto com a natureza, tudo isso nos dá uma sensação de plenitude emocional. Dedicar-se ao cultivo das plantas e ao tratamento das flores ajuda na homeostase, no alcance do equilíbrio”.

Sugestão – Quando acabar de fazer seu jardim no caixote, junte todos que participaram e tire uma foto. No futuro, essa imagem trará ótimas recordações.

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Purifique sua casa neste inverno com flores e plantas

Durante o inverno é comum mantermos a casa mais tempo fechada e, principalmente nos dias de muito frio, acabamos nem sequer lembrando de abrir uma janela.

Por isso, separei dicas sobre algumas plantas e flores que ajudam a purificar o ambiente e manter nossos lares mais aconchegantes.

Se a ideia é combater a poluição – nosso grande inimigo nas metrópoles – a Samambaia e o Lírio-da-Paz são excelentes indicações. As duas atuam na absorção das moléculas poluentes, eliminando seus efeitos.

Na cozinha, mantenha o Antúrio ou a Azaléia. Ambas são eficazes contra o amoníaco, usado na refrigeração.

Contra o cheiro de cigarro, charuto ou cachimbo, Gérberas, Begônias e Crisântemos são as mais indicadas. É bom mantê-las nos quartos e na sala de estar.

Os Cactos ajudam a reduzir as ondas electromagnéticas e devem ser mantidos perto de aparelhos de TV e do forno de micro-ondas.

E, finalmente, já que estamos no inverno e você não quer deixar o frio entrar, mantenha uma Flor-do-Natal ou uma Orquídea-Borboleta nos ambientes com pouca ventilação e que podem acumular umidade.

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Árvores estão sumindo na cidade de Santos (SP)

Desde o início dos anos 2000, a cidade de Santos vem sofrendo um processo desenfreado de perda de áreas verdes, provocado principalmente pelo crescimento do número de empreendimentos da construção civil. Quem mora em Santos já não aguenta mais ver tantos prédios sendo erguidos. Além de acabar com a circulação de vento na cidade, inflacionar o mercado imobiliário, expulsar o santista de classe média da própria cidade – porque qualquer apartamento de 50 m² custa quase meio milhão de reais – este fenômeno está acabando com as árvores do município.

Encontrei um triste exemplo na Rua Silva Jardim, no bairro do Macuco. Neste local, há um terreno onde existiam dezenas de espécies de árvores, algumas centenárias. Hoje, a maior parte foi arrancada e, entre as poucas que sobraram, quase todas estão praticamente mortas.

Um morador da área que pediu para não ser identificado me contou que, até o ano passado, o espaço era repleto de árvores e pássaros silvestres faziam ninhos nelas. “Minha família mora por aqui há quase 80 anos. É muito triste ver isso acontecer. Infelizmente, quando há dinheiro envolvido, não conseguimos fazer nada”, lamentou o morador.

Outro exemplo fica na Rua Alvaro Alvim, no bairro do Embaré. Cinco residências foram ao chão e mais um empreendimento imobiliário de alto padrão será construído. Deste terreno foram arrancadas todas as plantas e restou apenas uma árvore, que continua em pé graças à intervenção do Ibama.

Assim como esses dois casos, existem muitos outros e a cidade perde muito em qualidade de vida. O ambientalista e presidente da ONG Ecofaxina, William Rodriguez Schepis, explica que a ausência de árvores provoca a formação de ilhas de calor. “Com pouca ou nenhuma vegetação, os microclimas urbanos são alterados e as condições de conforto ambiental das cidades se modificam. A impermeabilização dos solos – por causa da pavimentação e do desvio da água para bueiros e galerias – reduz o processo de evaporação e evapotranspiração urbana, modificando o balanço hídrico da superfície urbana, o que pode aumentar a possibilidade de enchentes e deslizamentos de terra”.

O ambientalista é categórico ao afirmar que a retirada da vegetação sem a devida reposição gera impacto totalmente negativo nas cidades. “O número de árvores em Santos deveria ser, pelo menos, o triplo do atual”, diz o ambientalista.

Outra demonstração do aumento da temperatura com a ausência de árvores em Santos está no bairro do Campo Grande. Na Rua José Clemente Pereira, um trecho de quase 300 metros não tem nenhuma. Na Rua João Carvalha Filho, na quadra aberta em 2007 foram plantadas árvores que nunca cresceram.

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Caminhe pelo Parque Ibirapuera e pense em M.M.D.C.

Nesta segunda-feira, dia 9 de julho, a Revolução Constitucionalista de 1932 completa 80 anos. Quem estiver em São Paulo durante o fim de semana prolongado, pode aproveitar o feriado para conferir os eventos programados – homenagem aos estudantes Mário Martins, Euclides Miragaia, Dráusio de Souza e Antônio Camargo, mortos naquele ano e lembrados sempre pela sigla M.M.D.C. – e também visitar um dos mais famosos espaços verdes da capital paulista, o Parque Ibirapuera. São 1 milhão 584 mil m², com museus, pista para caminhada, aparelhos de ginástica, ciclovia, quadras, playground e também um planetário.

Ibirapuera, em tupi-guarani, significa ‘árvore apodrecida’ (pois é). Na década de 1920, um funcionário da Prefeitura de São Paulo, Manuel Lopes de Oliveira, iniciou o plantio de árvores na região, na época alagadiça e com solo de várzea. Atualmente, o Viveiro Manequinho Lopes presta homenagem a este homem e ao seu trabalho. Todas as informações históricas estão no site oficial: parqueibirapuera.org.

Um dos grandes atrativos são as flores e plantas que podem ser apreciadas no local. Encontrei por lá Quaresmeiras, Lírios Amarelos, Chuva de Ouro, Bougainvillea, Hibiscos e muito mais.

Antes de sair de casa, dê uma conferida na previsão do tempo e lembre de usar o protetor solar.

Importante: a entrada é de graça.

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